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Da semente artística ipiauense brotam novas raízes culturais numa rede de esperanças

A reunião com visitantes de vários municípios fortaleceram os laços em prol a cultura regional. Foto: Arquivo/Coletivo Cultural

Olhos e ouvidos atentos numa sala de aula que extravasa os muros por provocar a utopia de um novo mundo possível a partir de cada um que gesta a mudança. Assim, artistas de todos os cantos da cidade reuniram-se na noite da última quarta-feira (13), no Campus da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), em Ipiaú, para traçar ações conjuntas que fortaleçam as manifestações artísticas e culturais, num encontro de representantes do mundo arte denominado de Coletivo Cultural.

Participaram do encontro a Casa da Cultura de Ipiaú, Conselho Municipal de Cultura de Ipiau, Banda Coletivo Paralelo, Banda Karquiados, Agentes culturais de Gongogi, Ubatã, Barra do Rocha e Ibirapitanga. Motivados pelos anseios comuns os membros do coletivo cultural abraçaram os visitantes e democraticamente fizeram uma chuva de ideias no sentido de discutir diretrizes, desafios e projetos a serem desenvolvidos nos municípios parceiros.

O Coletivo reune todas as quartas-feiras para deliberarem uma pauta cultural. Foto: Portal Gongogi

Um pouco da história do Coletivo Cultural

O Coletivo Cultural é um movimento que nasce em 02/02/2016 na praça Rui Barbosa, em Ipiau, com um evento chamado Grito de Improviso que reuniu dentre outros artistas, músicos, dançarinos, poetas, vocalistas, capoeiristas.

O Evento Grito de Improviso deu o pontapé inicial do movimento. Foto: Reprodução.

O manifesto promoveu o fortalecimento da cultura do município e vem contribuindo positivamente no território de identidade Médio Rio das Contas. Para garantir a sustentabilidade do grupo, ocorrem reuniões semanais nas salas do Campus XXI da UESB, que são realizadas numa perspectiva de rodas de conversa com discussões, propostas e encaminhamentos.

A principal motivação do nosso grupo é o desenvolvimento de políticas culturais de forma coletiva e participativa, explica um dos membros do Coletivo Cultural.

Os eventos geralmente acontecem no “Casarão de Zé Americo”, imóvel que pertenceu aos ancestrais do jornalista José Americo Castro, um dos idealizadores do projeto. (Portal Gongogi)

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